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segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Word Rocks in Rio e no blog da OcaPop :)


Oi galera do bem! Ontem estive com uma turma de blogueiras muito bacana lá no Parque Lage e tô contando tudinho pra você, num post lá no blog da Revista OcaPop. 

Celebramos a amizade e usamos até galhos numa arte do bem que realizamos. Vem por aqui pra saber tudinho. ;)


sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Prosa e Cor em três pôsteres pra imprimir













Oi gente boa... Eu saí rapidinho ali da tOCA ;) pra tirar uma poeira e algumas teias de aranha aqui do Pot-pourri da Karen :)

Pra isso eu fiz estes três pôsteres bem singelos, mas coloridinhos e com algumas frases que adoro. Espero que gostem também.

Pra fazer o download deles é só clicar sobre as miniaturas e baixar o arquivo disponibilizado.

Volto logo, tá? ;)

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Mini samambaia e o aniversário da Ana


Já inicio pedindo desculpas, pois este post não terá a "parte técnica" como de praxe. Não terá passo-a-passo. Será sobre plantar, mas plantar amor. Porque hoje é aniversário da minha Dinda Ana. É pra ela que quero oferecer este post. Esse post que é simplicidade, mas ainda assim beleza. Que é fácil, mas ainda assim, rico em detalhes. Assim é a mini samambaia. Assim é a Ana.




A mini samambaia havaiana não ostenta. Possui aparente fragilidade. Mas de perto é cativante, cheia de detalhes. Simpática, não requer muito para viver. Simples, de aparência fofa. Doce e companheira. Se ambienta em qualquer lugar.



Minha Dinda Ana é samambaia-havaiana-gaúcha :) É a Miss Simpatia da família. Não há quem desgoste dela. Sempre sorrindo. Alimenta a todos nós, literalmente. Não há prato que fique vazio com ela por perto. Faz o melhor bolo de aveia do universo. Fica feliz com o reencontro. Demonstra isso com todo seu ser. Se orgulha da gente. Confia. Motiva. Cativa. Engana com a aparência frágil, mas é guerreira (aliás, como todas as mulheres da família. Sem exceção!).



Ana, minha Dinda amada, exemplo de dedicação, carinho e amor. Este post é meu abraço pra ti hoje. Tu sabes que estou longe, mas que não me sinto assim. E isso é culpa sua também, que nos nutriu de amor e sentimento de união. Obrigada por existir assim do jeitinho que és. Obrigada por todo o suporte e confiança que depositas em mim desde sempre. Obrigada por me permitir, com apenas 15 anos, batizar a Juli! Obrigada por ter acolhido o "forasteiro carioca" sem restrições. Você é o amor em pessoa. E eu te amo com todo o meu coração! <3

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

DIY Coletivo: Estampando a brasilidade em casa

Quem me segue no Instagram (@potpourridakaren) viu um pequeno spoiler desse diy por lá, há pouco mais de um mês, no pós Copa, quando lancei uma campanha por enfeitar as casas e as ruas com as cores de nossa Bandeira, não apenas a cada 4 anos, por ocasião da Copa, mas todos os anos, no 7 de setembro. Por que não? Ainda dá tempo. Pode ser uma Bandeira pendurada na janela, bandeirolas espalhadas pelo hall de entrada do prédio, uma mesa posta em verde, amarelo, azul e branco, ou até mesmo uma fruteira especial cheia de bananas, limões... Que tal? O importante é levar um pouco de patriotismo ao 7 de setembro. A maioria de nós encara o dia apenas como um feriado, um dia sem trabalho. Não comemoramos, afinal pouco nos orgulhamos do nosso país. Isso é triste, mas é a realidade. No entanto o que é o país, se não o seu povo. Isso mesmo, o clichê "O Brasil somos nós!"

É claro que exercer o patriotismo vai muitíssimo além de colorir a casa de verde e amarelo. Mas quem sabe se começarmos assim... Se uma vez por ano, tivermos um dia verde e amarelo de verdade. Quem sabe assim não seria um início de mudança, de nós mesmos, de nossas atitudes em relação ao outro, ao vizinho, ao bairro, à cidade e ao país? #prapensar
Então te convido a me acompanhar nessa e enfeitar a casa com esse diy bacana, não só pro 7 de setembro, mas pro ano todo. Que tal?


Reuna os materiais acima e me siga num pap super simples:

1. Primeiro pinte de azul a tela e de amarelo o vasinho.

2. Desenhe o Cruzeiro do Sul (ou Crux) com marcador permanente (caneta Sharpie) em um pedacinho de contact. Eu pesquisei uma imagem no Google (pois queria manter a proporção entre as estrelas), imprimi e usei como guia pra fazer meu desenho.
3. Com o estilete, recorte as estrelas no contact.

Intervalo "Curiosidades":
Na Bandeira Nacional Brasileira, o Distrito Feral e cada Estado da Federação estão representados por uma estrela. Seus criadores tiveram a intenção de estampar as estrelas na Bandeira reproduzindo as estrelas do céu do Rio de Janeiro às 8h30 do dia 15 de novembro de 1889, local e data da Proclamação da República. No entanto, na Bandeira, as estrelas e constelações aparecem invertidas, isso porque as estrelas foram posicionadas como se estivessem sendo vistas por um observador desde o espaço cósmico, fora da esfera celeste. Não encontrei uma explicação do porquê, mas isso é até previsto em Lei, viu? (Lei 5.700, de 01 set 1971, alterada pela Lei 8.421, de 11 maio 1992).

Continuando...
4. Use o contact recortado como um estêncil, colando-o no quadrante superior direito da tela e pintando as estrelas com o bastão de ponta esponja. Você pode também usar um pedacinho de espuma ou esponja de lavar louça.

5. Agora fixe o vasinho com a fita dupla-face (pode ser também com cola quente) no quadrante inferior esquerdo da tela, corte o excesso de caule das flores e arranje-as no vasinho.



Mais um pro meu corner criativo mutante!



Pra finalizar, uma novidade: desafio a Gabrielle, do blog Eu, eu mesma, Gabrielle, a nos inspirar com uma décor brasuca até o final deste mês. ;)

No mais, você já sabe, né? Bora prestigiar a brasilidade das outras meninas da equipe SOS Decor! E olha que tem casa enfeitada até fora do Brasil! É só clicar nas imagens abaixo.




O DIY Coletivo SOS Decor é um coletivo de blogueiras que adoram um desafio para transformar, elas mesmas, suas casas em verdadeiros "sweet homes". Aqui o bom, bonito e barato se encontram sob forma de boas ideias. Visite nossa fanpage. Você pode participar também.

Veja aqui, o que já rolou nas edições anteriores do DIY Coletivo SOS Decor.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Foco, organização e menos procrastinação

Quem nunca perdeu-se navegando na internet que atire a primeira pedra. Ter o mundo ao alcance de um click é fantástico, mas também triste, por outro lado. Conectamos a fim de realizar um trabalho, uma pesquisa, ou até mesmo contactar alguém. Um objetivo específico. Mas daí que resolvemos ler alguns e-mails, checar o Facebook, as atualizações dos nossos blogs favoritos, o Pinterest (só uma olhadinha!). E pronto, we get lost! Então como manter o foco nesta era de distração digital? Não tenho fórmula perfeita. Não tenho a pretensão de te ensinar nada. Afinal se eu soubesse, nunca mais "me perderia". Mas hoje trago algumas referências que talvez te nos ajudem.
São alguns mind maps. Meio esquema, meio arte, meio psicologia. Foram desenvolvidos pela Jane Genovese do site Learning Fundamentals onde ela disponibiliza seus mind maps e também diversos artigos sobre técnicas de estudo, criatividade, motivação, foco, e por aí vai. Super bacana.
Este primeiro map é justamente sobre como manter o foco na era da distração. Foi baseado no livro Focus: A simplicity manifesto in the age of Distraction, de Leo Babauta. Nesse link aí do livro você consegue inclusive fazer o download de uma versão gratuita.


Agora confesso que eu consigo manter o foco, depois de começar. "Viajo" antes de iniciar algo, mas, uma vez iniciado, foco totalmente naquilo, não disperso fazendo várias coisas ao mesmo tempo (fico até chateada se alguém me chamar no WhatsApp ou se o telefone tocar, por exemplo). Simplesmente não paro. Tenho até mesmo dificuldade de fazer pausas pra beber água e ir ao banheiro. Meu grande problema é o antes. É a procrastinação. Então, se você também "sofre" deste mal de nome bonito, te convido a tentar tentarmos  as sugestões deste outro mind map.


E, por fim se o seu problema é a desorganização. Tem este outro que agrada até os organizadinhos como eu :)



E, como bônus ficam três dicas de sites e serviços bacanas de organização:
1. A Organize com TOC é uma empresa aqui do Rio, especializada na organização de espaços e rotinas. Eu conheço as meninas e posso garantir que elas são ótimas! No blog do site também compartilham dicas bacanas.
2. A Ju Rocha tá em São Paulo com serviços de consultoria em organização além de design de interiores. Ela compartilha muita coisa bacana na fanpage Bagunça Nunca +.
3. A Thais Godinho diz que sua missão de vida é inspirar as pessoas a se tornarem suas próprias personal organizers, e faz isso através do ótimo Vida Organizada.

PS.: as referências sobre os mind maps encontrei no The busy woman and the stripy cat que também tem muita coisa bacana pra organizar e simplificar a vida.


segunda-feira, 19 de maio de 2014

Encontrando beleza na imperfeição ou Wabi-Sabi aplicado à decoração


Wabi-Sabi é um conceito japonês, que traduz a transitoriedade da vida, das coisas, a ação do tempo. É o contrário da ostentação. É rusticidade, é contato com a natureza, é simplicidade. Wabi-Sabi traduz uma filosofia, uma visão de mundo, uma visão de beleza encontrada no imperfeito, uma aceitação de que a vida está em constate mudança, de que tudo sofre a ação do tempo.


É possível valorizar esta filosofia e trazê-la para o dia-a-dia de nossa casa e, ao mesmo tempo, não abrir mão do conforto, da tecnologia, de peças de design? Creio que sim! Se sua casa traduz o que você é, se a "lounge chair" está ali, pois tem mais valor afetivo do que estético, se você acredita que as coisas não precisam ser novas e perfeitas para serem bonitas e até valoriza as "marcas do tempo", se você não segue regras de certo e errado para decorar sua casa, se você possui objetos artesanais, antiguidades de família, então você está comigo nessa. Você vive este conceito. Eu vivo e nem sabia, até recentemente quando li a respeito e fui atrás de mais informações.






Eu trouxe estas inspirações hoje pra você, pois até pouco tempo eu não conhecia o conceito, mas descobri que, intuitivamente, o aplico. Lembra um post antigo em que falei sobre ser feliz do seu jeito, com exemplos da minha casa? Pois é, reconheci minha casa Wabi-Sabi ali e eu nem sequer havia ouvido falar nisso quando escrevi aquele post. Talvez você descubra isso também. Ou, quem sabe, este post seja um convite pra que você trilhe um novo "caminho" na décor e na vida. ;)

Imagens: Shannon Gray / Wabi-Sabi style / the Room / @apto41 e mais algumas neste meu painel do Pinterest. 
Referências: Wabi-Sabi style / Wabi-Sabi ateliê / Referans

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Bazar de desapego entre amigas: uma ideia


Lembro com saudade de minha madrinha chegando para o chá de sábado na casa de minha mãe com uma mala de roupas que havia separado para doação. Eu, minha irmã e minhas outras tias olhávamos tudo, experimentávamos e sempre ficávamos com bastante coisa. O resto acabava ficando por ali mesmo, pois minha mãe sempre foi uma espécie de central de doações. Ela sempre tinha pra quem doar as coisas. Quase todo mundo da família deixava o que tinha pra doar lá com ela, que separava cuidadosamente tudo e destinava da melhor forma possível. E, às vezes, as doações acabavam com alguém da família mesmo ou amigos próximos. Minha mãe olhava e pensava que determinada peça era a cara de alguém, aí mostrava e geralmente acertava. Como foi comigo e este vestido azul de paetês aí na foto, que foi da minha super tia (beijo grande, Tia Inês!). Imagina se esta preciosidade caísse em mãos que não valorizassem seu potencial? Uma tragédia! :)
E eu também sempre que tirava algo do armário, antes deixava pra elas verem e depois doava o restante. Quando saí da cidade isso não aconteceu mais, mas mesmo assim dia destes fui visitar minha irmã e tinha uma malinha cheia de enjoos dela me esperando. Outra vez ela veio pra cá e fui tirando do guarda-roupas tudo que não me servia ou eu não usava mais e ela ia experimentando e acabou voltando pra casa com a mala mais cheia. :)
Já tirei sapato do pé que amiga gostou e pediu pra provar, aí falei: me empresta um chinelo pra eu voltar pra casa, que esse é teu. Eu já usava super pouco e, pra falar a verdade, me apertava um pouquinho. E pra ela caiu como uma luva.
Não tenho problemas com coisas usadas, em me desfazer do que não uso, adoro garimpar em brechós e valorizo essa coisa de fazer a energia circular, principalmente se for a energia de pessoas que conhecemos e gostamos. 
Vou contar uma coisa pra vocês que me emociona até hoje, só de lembrar. Quando minha avó Irene morreu, minha mãe e minhas tias, esperaram até o Natal antes de se desfazer das coisas dela para que eu e minha irmã pudéssemos escolher alguns itens pra ficar conosco. Tenho aqui xícaras, paninhos de cozinha, bowls e até um vestido que me fazem sorrir sempre que os uso. Acho que a vó Irene fica super feliz em saber que cuido das coisinhas dela.
Gente, desculpe o falatório. Essa introdução toda pra dizer que há algum tempo venho pensando em realizar um bazar de trocas. Escambo mesmo, sem dinheiro, apenas trocas entre amigas e amigas das amigas, desapegando de peças que estão paradas no armário e fazendo a energia circular, entendem?
A ideia é que separemos peças novas ou usadas, em condições de uso, limpinhas e cheirosas e organizemos um evento tipo "Chá do desapego", "Desapego entre amigas" e, reunidas em uma tarde agradável, tomemos chá (ou quem sabe até um espumante?) enquanto trocamos umas roupinhas. As peças que sobrassem, doaríamos para uma Instituição de caridade.
Se eu conseguir realizar isso, prometo que volto aqui pra dividir tudo com vocês. A organização, erros e acertos. 
Por hora #ficaadica se você quiser tentar algo do tipo por aí, entre seu círculo de amigas. Só não esquece de me contar depois, tá? 
E que boas energias nos envolvam sempre! Um beijo pra você. :)

* na foto eu e minha afilhada linda, queridona e amada Juliana (em breve Dra. Juliana :)), no casamento da prima Fernanda em abril de 2012.


terça-feira, 17 de setembro de 2013

Flores, temperos, saudades e um DIY


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omingo fui ao mercado comprar alguns ingredientes que faltavam pro almoço (fato raro, já que não costumo cozinhar seja no domingo ou em qualquer outro dia da semana). Mas neste domingo resolvi cozinhar e enfeitar a casa também. Comprei flores e fiz este projetinho rápido com uma velha sporta* cujas alças foram destruídas pelo cachorro. As flores, por si só, já alegram, mas colocar "tempero" com um faça-você-mesmo simplesinho é sempre mais bacana.
Aí que cozinhar, comprar flores e realizar este projetinho, me fez pensar... E divido minhas divagações com vocês. 
Tem um tempero que usei (vou compartilhar qualquer hora a receita do meu almoço, porque não? Deixa só eu bater umas fotos do modus operandi da coisa). Voltando... Tem um tempero que aqui no Rio o povo chama de aneto ou dill, que dificilmente encontra-se no mercado (é melhor procurar na feira). Esse tal dill, lá no Sul é conhecido como funcho, a folha da erva-doce, aquela mesma cujas sementes usamos pra fazer chá. Creio que agora o funcho já não é "figurinha fácil" também por lá, como por aqui, mas lembrei da época em que era "erva daninha" de tanto que tinha ao redor de minha casa. Lá nos idos dos anos 80 (ontem!), na cidade de Caxias do Sul-RS, era só sair da porta de casa, colher e comer as folhinhas fininhas e docinhas. Fazíamos isso quase que diariamente. Aí fiquei com saudades. Do meu pai (que já está no céu), da minha mãe, dos meus irmãos, do bando de tios e primos legais demais que tenho e ainda estão por lá. Eu recebi muito amor dessa grande e simples família. Eu e meus irmãos tivemos o privilégio de conviver em comunidade com uma parte dela, já que morávamos lado-a-lado. Depois a gente foi crescendo, os tios casando, mas sempre orbitando por ali. Até que eu fui pra longe, mas continuo orbitando por lá. Me orgulho demais da terra de onde nasci e do "adubo" que me fez crescer.
Aí lembrei também que minha mãe colocava uma sacolinha plástica (daquelas de supermercado) envolvendo nossos tênis da escola para que percorrêssemos os 100mts que separavam nossa casa da parte já pavimentada da rua (sim, a pavimentação demorou a "passar" em frente ao número 400 da rua Frei Pacífico). Achávamos que morávamos no mato (cercados de funcho estávamos!). E agora, aos 37 anos, sinto saudades daquele pedaço de mato que meu pai e meus tios desbravaram. Mas como escrevi certa vez a meu pai, sou feliz aqui. Sou muito feliz com a vida que tenho, com as escolhas que fiz, com o que "construí" com a base que tive. Por isso, queridos, se lerem isso, não interpretem estas minhas palavras como tristeza. É exatamente o contrário. Embora eu esteja chorando agora, mas vocês me conhecem, eu não choro de tristeza. É muito raro, não sei o porquê. Mas, em compensação, choro de alegria (vai saber?). E você filhota, também vai sentir isso um dia. O seu mundo de agora, tão mais evoluído e tecnológico que o meu, também será saudoso um dia! Mas isso é bom afinal. Porque você será mais do que eu sou. Cito aqui um texto de Leo Buscaglia, com o qual concordo plenamente:
"A minha responsabilidade para comigo
é tornar-me enorme, 
cheio de conhecimentos,
cheio de amor,
cheio de compreensão,
cheio de experiências,
cheio de tudo,
de modo que possa dar isso a vocês
e vocês, então, possam tomar isso
e partir daí."
Porque eu tive tudo isso (e ainda tenho) daquela grande família, que me proporcionou inclusive a educação que a maioria deles não teve. E eu parti daí e me esmero em tornar-me "enorme" para minha filha, também proporcionando a ela inclusive uma educação escolar ainda melhor do que a que tive. Para que ela tome isso e parta daí, mas com a certeza de que as coisas simples são as que trarão mais saudades.
Talvez seja pelas flores, pelo funcho, pelo "saco no sapato" que levanto a bandeira do Keep it Simple (mantenha as coisas simples). E é por isso que este Pot-pourri é sim sobre decoração, sobre inspiração, mas acima de tudo, simplicidade.
Um beijo florido pra você.

Ah, e sobre o DIY: sporta*, fita crepe e tinta spray. Só isso! Simples assim! :)

*sporta: palavra do italiano que designa uma sacola com alças que, pelo dicionário de italiano, pode ser de vários materiais, mas nós costumávamos chamar de sporta o cesto de palha com alças. Pergunte a uma família de origem italiana. Todas têm uma sporta em casa, mesmo que não a utilizem com frequência. :)

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Maquiagem carnavalesca e algumas considerações sobre a liberdade/necessidade de expressão

Já comentei aqui que não morro de amores pelo carnaval. Nestes dias de folia, o povo se libera, coloca pra fora sua alegria, sua música, seu samba no pé e veste o que deseja, sem receio do julgamento do olhar alheio. Liberdade de expressão eu curto sim. E não só no carnaval. Levanto a bandeira desse tipo de expressão livre que não agride o outro, que não lesa o direito do outro de se expressar também. A liberdade de expressão a que me refiro e defendo, é a do estilo, do figurino. 


A tal moda jovem japonesa, que pode beirar ao ridículo, vista sob nossa atual percepção de moda, é um exemplo magnífico do que estou querendo dizer.
Os jovens japoneses experimentam muito, atrevem-se mesmo. Dê um google em "japan street style" que você terá uma amostra do que falo. Logo eles que são campeões em compostura social, que, mesmo não passando carro algum, esperam o sinal abrir (diferente do nosso costumeiro excesso de confiança que acaba por permitir pequenas negligências que causam tragédias, sabe? Nosso excesso, não deles!), que mesmo diante da tragédia, agem com calma, sem lamentos e com a atenção voltada ao que precisa ser feito (lembram das imagens após o terremoto e o acidente nuclear de Fukushima? Das pessoas aguardando paciente e organizadamente a distribuição de comida, da senhora agradecendo quando lhe tiraram debaixo dos escombros de sua casa, dos engenheiros idosos oferecendo-se para os reparos da usina?). Estou dizendo que japoneses são melhores que nós, brasileiros? Não! Eles apenas, culturalmente, têm maior capacidade de pensar no todo. Pensar globalmente e agir localmente (como disse certa vez John Lennon). Os jovens engenheiros sofreriam danos radioativos que certamente ocasionariam neoplasias em 20, 30 anos. Tais anos que os idosos não teriam para "desfrutar" da doença.  Minha atitude impacta na atitude do outro cidadão, do sistema, do país. Entende?
E aí estes "certinhos", extravasam no vestir. Sem ter medo do ridículo. E se atrevem em estilo, em sobreposição, em cor. E sem apelo. Usam saias? Sim. Curtas? Siiim! Mas a libido fica para entre quatro paredes. Talvez para eles o ridículo esteja justamente no apelo sexual que predomina nas ruas por estas bandas daqui. 
E antes que alguém pergunte. Não. Eu não estive no Japão. Apenas tomei meu pequeno lugar na janela do último livro da Martha Medeiros, que reservou algumas páginas para uma viagem ao Japão. A inspiração vem de qualquer lugar. :) E a loucura quase que inevitável de comparar desiguais surge de quaisquer coisas. Rio x Tóquio. O espírito do maior carnaval do mundo (sim, o carnaval carioca está no Guinness Book!) x valores sociais que considero importantes. E confesso que sou curiosa pela cultura japa. Não só a milenar, mas também a contemporânea. A cultura japonesa contemporânea é outra, mas os valores estão ainda presentes. Evoluir não significa abandonar coisas boas e funcionais, apenas por terem ficado velhas... 
Dito tudo isso, posso valer aqui meu direito de expressão e minha loucura em misturar assuntos e acabar dizendo que não curto muito o carnaval, mas gosto muito de maquiagem? 
Quem gosta das duas coisas, tá feita então! Inspire-se e atreva-se before, during and after carnaval. ;)

Imagens: 1. da makeup artist Jessica Tarazi, 2. via pinterest (repare na lente colorida:)) e as demais são da makeup artist Jangsara (tutoriais aqui, aqui e aqui).


segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

aos 100 seguidores do pot-pourri


Este blog chegou aos 100 seguidores. Meu obrigada, de coração, a vocês que fazem parte deste Pot-pourri.
E a você que chegou por aqui agora e gostou do que viu, convido a seguir o blog ou receber as atualizações por e-mail. É só escolher aqui na barra lateral. Seja bem vindo!

"by the way, i'm wearing the smile you gave me"
:)

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Ausência

Levei hoje um "puxão de orelha" de Mc Sister, sugerindo que meus leitores estariam a espera de posts... Então para o caso de alguém, exceto minha amada irmã, estar sentindo falta de meus posts, explico. Eu estou sem muito tempo para me dedicar a escrever com o esmero que gostaria e além disso, com alguns problemas operacionais com meu pc.
Estive com a casa cheia nos últimos dias. Um verdadeiro acampamento de pessoas amadas. Que deixam saudades quando partem, mas que nos deixam também felizes apenas por existirem, mesmo vivendo longe. Como diz o poema: não precisam estar ao nosso lado, pois vivem em nosso coração...
Enfim, preciso me reorganizar, inclusive por aqui. Mas prefiro um período de escacez a postar qualquer coisa de qualquer jeito, já que tenho a pretensão de inspirar alguém por aqui. :)

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Esta frase, apenas ela, impressa em um pedaço de papel, com uma letra bonita (à época mandado imprimir em gráfica) foi a singela lembrança de minha festa de 15 anos.
22 anos depois, dou-me conta, bebendo uma refrescante água de coco e tendo a Lagoa Rodrigo de Freitas à minha frente, como esta frase influenciou a minha vida. Vocês não tem noção da felicidade e gratidão que sinto pelo simples bebericar da água de coco, pelo barulhinho da água da Lagoa (mesmo abafado pelo barulho dos carros), pelo sol, pelo Cristo Redentor logo ali, por eu estar bem e lúcida, pelas pessoas que amo, por minha casa, meu trabalho, minha vida.
Apesar dos pesares que acontecem a todos nós, todos os dias, inevitavelmente, agradeço sempre e faço o melhor que eu puder. E creio que assim sigo amando cada instante que tenho nas mãos. Mesmo quando não estou alegre, sou feliz. Feliz por nada (um beijo e minha admiração à Martha Madeiros:)).
Desejo que você, que me lê hoje, também esteja e seja feliz, sem precisar de motivo específico, assim como eu e Martha (perdoe-me a intimidade): Feliz por nada!

 
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